quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Justificativas das TRIBOS CARNAVALESCAS

Foto: Evandro Oliveira, PMPA

Continuamos a transcrição das justificativas das notas do Carnaval 2013. Todos as planilhas estão reproduzidas no site da AECPARS (clique aqui) desde ontem, mas por aqui nós decidimos transcrever para facilitar a leitura. O Grupo Especial você encontra aqui, os grupos A e de Acesso estarão por aqui em seguida.

OS GUAIANAZES
BATERIA (9,6 / 9,5)
Flávio Nepomuceno — Faltou criatividade do mestre de bateria, não tendo as batidas originais, antigas com muitos chocalhos.
Gilnei Souza (Patê) — às 22:30, quando a bateria adentrou o 2º recuo, a mesma não manteve o andamento e sustentação da cadencia, vindo assim a atravessar , a maioria dos ritmistas até pararam de tocar. Às 22:45, na hora da encenação, a mesma também não manteve o andamento e o ritmo prejudicando então o canto da tribo.

HARMONIA (10 / 9,8)
Antônio Carlos Lima — Ao passar pela cabine 1, a tribo manteve a tonalidade e entrosamento no canto e ritmo.
Antônio Carlos Maciel —Tonalidade mantida, não houve entrosamento do canto com o ritmo, pois os componentes da agremiação não cantaram seu hino ou samba.

EVOLUÇÃO (9,8 / 10)
Jorge Elias — Desfile sem empolgação, não percebi entre seus componentes uma entrega total ao canto da entidade,
Lia Pujol — A evolução sem problemas.

ENREDO (9,4 / 9,7)
Helena Cattani — Ala maraguaia não estava no local apontado no organograma; Bandeirista inserido entre a bateria e a ala "guerreiros do ritmo"; Após a ala "guerreiros do ritmo" inserção de três alas não identificadas no organograma; Casal de passistas inseridos após a 2ª porta-estandarte ; 2º porta-bandeira do organograma era o 3º; Troca de ordem entre a ala Eloisa e a ala Otto Prado.
Zulma Madruga — Inversão entre a porta-estandarte, porta-bandeira e tripé. Ala Maraguaia não foi identificada no desfile. Ala na frente da 2ª alegoria não identificada no organograma.

MÚSICA-ENREDO (10 / 9,7)
Joelci Nascimento — Hino de acordo com o tratado apresentado pelo tema.
Adair Antunes — O hino tem boa estrutura musical, com letra e música metricamente encaixadas, mas por demais repetitiva nos finais de frases musicais, tornando seus versos com finais iguais. Estes foram os motivos da perda de três décimos. No geral, um bom hino.

ALEGORIA (9 / 10)
Mano Brum — Tripé da natureza deixou a desejar no contexto da escola. Demais tripés e carros alegóricos não comprometeram o desenvolvimento da escola.
Marcolino Antunes — Alegorias criativas, acabamento perfeito e material muito bem utilizado.

FANTASIAS (9,6 / 9,7)

Paulo Filandro — Após o setor da bateria, as alas apresentaram problemas no que se refere à utilização de sapatilhas, tênis, sandálias, com relação à indumentária, utilização de topo, soutiens, camisetas, regatas, comprometendo a uniformidade das fantasias. Ressalto que a comissão da tribo contrariou as orientações do manual, página 8 : “A comissão de frente de uma tribo deve ter características predominantemente indígenas”.
Heloísa Dias — Faltaram alas para compor o enredo, dificultando sua leitura. Após a bateria, havia duas alas com sapatos diversos (tênis, chinelos, sandálias, sapatilhas, etc). Fantasias sem efeito e tonalidade.

ENCENAÇÃO (10 / 10)
Helena Cattani — A encenação ocorreu de acordo com o proposto.
Zulma Madruga — De acordo com o enredo, de fácil entendimento e bem entrosado.


OS COMANCHES
BATERIA (9,9 / 10)
Flávio Nepomuceno —Falta originalidade na batida da bateria.
Gilnei Souza (Patê) —Muito boa a cadência, dentro do andamento correto.

HARMONIA (10 / 10)
Antônio Carlos Lima
— Manteve entrosamento no canto e ritmo.
Antônio Carlos Maciel —Tonalidade mantida, houve bom entrosamento do canto com o ritmo, pois os componentes da agremiação cantaram se hino com bastante entusiasmo.

EVOLUÇÃO (10 / 10)
Jorge Elias
— Desfilou com empolgação , a maioria dos guerreiros da tribo Os Comanches entoaram o seu hino na ponta da língua.
Lia Pujol —Apresentou correta evolução durante o desfile.

ENREDO (9.8 / 9,9 )
Helena Cattani
— Troca de ordem entre a ala 5 "ala Iracema" e os bailarinos e o porta-bandeira; inserção de um 3º bandeira não identificado após o carro "Muiraquitã", além de uma ala não identificada no organograma após a ala nove "Ala Irataí"
Zulma Madruga — Enredo bem desenvolvido, apenas com inversão da ala 5, conforme o organograma.

MÚSICA-ENREDO (10 / 10)
Joelci Nascimento
— Hino retrata o que se conta na lenda, com muita clareza.
Adair Antunes — Letra e melodia fazem do trabalho musical um conjunto de qualidade. O tom menor (tonalidade) deixou a música melancólica, que é o verdadeiro espírito da tribo carnavalesca. Merece a nota máxima.

ALEGORIAS (10 / 9,5)
Mano Brum
— Abre-alas – tripé dentro do proposto com adequação e propriedade. Carro da purificação bem acabado e dentro da proposta do tema. Carro do muiraquitã dentro da proposta, com acabamento, adequação e propriedade.
Heloísa Dias — Alegorias com perfeito acabamento, no entanto o material utilizado quase que na totalidade foi TNT (tecido), não condizendo com a cultura indígena.

FANTASIA (10 / 10)
Paulo Filandro
— A entidade apresentou sua indumentária um ótimo visual, atendendo os aspectos criatividade, concepção e adequação, explorando e distribuindo muito bem as cores de suas fantasias, com ótimo acabamento ao enredo proposto.
Marcolino Antunes — Boa criação artística dentro do enredo. Propriedade e efeito nas fantasias, facilitando a leitura do enredo.

ENCENAÇÃO (9.9 / 9,9)
Helena Cattani
— Bela apresentação, porém não foram apresentados alguns elementos descritos no enredo, como a dança e o canto dos Guacaris durante o banho de purificação.
Zulma Madruga — De acordo com o enredo, de difícil entendimento no início da encenação, depois muito bem desenvolvida.

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