segunda-feira, 3 de março de 2014

A explosão de cor e originalidade da Vila Isabel

* * Por Rosângela Santos

Enquanto na avenida a Vila Isabel já brilhava animada e colorida, na zona de armação a escola enfrentava seu primeiro grande susto. O terceiro carro não conseguia vencer a curva e, para não correr o risco de prejudicar a evolução, algumas alas começaram a ser passadas à frente e invertendo o organograma. Antes de cruzar a linha, o setor já estava quase todo reorganizado.

Daí em diante, o que se viu foi o desfile praticamente redondo da tricolor de Viamão, com muitos pontos marcantes. Entre eles, a criatividade com que o carnavalesco Sandro Rauly contou a história da roupa e com que a escola “vestiu o tema” com capricho. Que o diga a bateria do Mestre Chiquinho, que trouxe os ritmistas em seis trajes diferentes.

 

Logo atrás do coração pulsante da escola, veio Márcio Medina com seu timbre marcante atender as expectativas do público e proporcionar à passarela uma viagem aos tempos em que seu pai, Carlos Medina, levantava as avenidas.

Na cabeceira da pista, a comissão de frente entrou com efeito e, na traseira, a velha guarda saiu com elegância. Destaques estavam ricamente vestidos. Os primeiros carros impressionaram pelo acabamento.
 
 Ainda sobre a comissão, um tripé em formato de um grande livro trazia Adão e Eva, que entravam e saiam da cenografia.

Diante da receptividade vibrante, a Vila Isabel desfilou com comprometimento e pegada forte.

 

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