segunda-feira, 3 de março de 2014

O desfile sempre favorito de Estado Maior da Restinga

* Gisele Mendonça, Renata Lopes, Rosângela Santos e Thais Silveira

A organização da concentração e da arrancada de Estado Maior da Restinga antecipou o que seria a apresentação da grandiosa Tricolor da Zona Sul.



Escola que sabe desfilar e colocar o Porto Seco inteiro para sambar, a Tinga surgiu na avenida com alas numerosas, alegorias impactantes e proporcionando grandes momentos ao cantar Elis Regina.

 
Tão logo o microfone foi aberto, o intérprete Sandro Ferraz saudou torcida e componentes e injetou ainda mais ânimo ao vibrante chão da escola. Harmonia de excelência no trabalho conjunto com a bateria incontestável do Mestre Guto.


Já na comissão de frente, uma das passagens emocionantes do espetáculo. O grupo trouxe um tripé representando o período em que Elis foi dos rádios para os palcos. Em formato de rádio, a cenografia abria e fechava. De dentro, vinham personagens alusivos a grandes sucessos da gaúcha. Quando entravam, o palco era aberto para os shows da cantora. Para montar a apresentação, a comissão de Zezinho contou com mais do que 12 componentes, mas sem deixar aparente mais do que o número máximo permitido pelo regulamento.



No abre-alas, o símbolo maior de Estado Maior, o Cisne, vinha trazendo pendurado em seu bico o letreiro com o nome da Tinga. Com movimentos e muitos efeitos, impressionou. O acabamento, aliás, tanto de alegorias quanto de fantasias, foram acerto da agremiação.

Na dispersão, o clima era de confiança:

- Passou bem, veio organizada - declarou o presidente Preto. 




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